Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

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Em Curso Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sex 22 Set 2017, 10:59

O descongelamento das progressões na carreira da Função Pública será feito no horizonte temporal previsto no Programa de Estabilidade, entre 2018 e 2021, disse, esta quinta-feira, a presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE).

A presidente do STE, Helena Rodrigues, falava aos jornalistas à saída de uma reunião no Ministério das Finanças com os secretários de Estado da Administração Pública, Fátima Fonseca, e do Orçamento, José Leão, sobre as matérias do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) para os trabalhadores do Estado.

GOVERNO DIZ QUE DESCONGELAMENTO DAS CARREIRAS SERÁ FEITO "EM POUCOS ANOS"

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"O período gradual [do descongelamento das carreiras] é o que consta do Programa de Estabilidade, ou seja, 2018/2021, esta é a realidade que temos, está no Pacto de Estabilidade, e o Governo reconhece que é este o período", anunciou a dirigente sindical.

Helena Rodrigues lamentou que o Governo não tenha avançado durante o encontro com uma "proposta concreta", que será enviada às estruturas sindicais antes da próxima reunião, no dia 6 de outubro.

"Estamos num processo em que queremos construir soluções e não apenas palavras de reconhecimento de direitos", defendeu a presidente do STE.
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sex 06 Out 2017, 19:19

Governo quer desbloquear progressões em menos de quatro anos

O Governo remeteu a definição do calendário sobre o descongelamento de carreiras para as reuniões com os sindicatos, mas as informações da reunião desta sexta-feira ainda foram genéricas.

O Governo manifestou a "intenção" de reduzir o prazo para a conclusão do descongelamento de carreiras, que o Programa de Estabilidade fixava em quatro anos, ou seja, até 2021.

A informação foi prestada aos jornalistas por Helena Rodrigues, presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), no final de uma reunião com os secretários de Estado da Administração Pública, Fátima Fonseca, e do orçamento, João Leão.

"O Governo manifesta a sua vontade em reduzir o prazo de faseamento e nós dizemos que seria óptimo que os quatro anos se traduzissem num. Era voltar à normalidade", disse Helena Rodrigues.

"Não conseguimos saber se são três em vez de quatro ou dois em vez de quatro mas gostaríamos de levar daqui esperança", acrescentou. Está marcada uma nova reunião para a próxima quinta-feira, dia 12, véspera da entrega do orçamento do Estado.

O Bloco de Esquerda exige que o processo fique concluído em dois anos, ou seja, até ao final da legislatura.

Muitas dúvidas sobre questões centrais

Helena Rodrigues informou que o orçamento de 200 milhões de euros por ano é bruto e disse que aguarda que o Governo esclareça qual o valor líquido, tendo em conta a receita de impostos e contribuições. E manifestou muitas dúvidas sobre quem será imediatamente abrangido.

"Sabemos que é intenção do Governo, segundo diz, descongelar para toda a gente as promoções e as progressões na carreira, só que de forma faseada. E não conseguimos saber quem vai ter esse faseamento e o que é que o faseamento vai representar no bolso de cada um".

A presidente do STE desvalorizou a norma que trava progressões imediatas para quem tenha tido mudanças de posições remuneratórias entre 2011 e 2017, seja qual for o motivo que as justifiquem, sublinhando que essa é já a lógica subjacente à lei.

Confirma-se que o corte no pagamento de horas extraordinárias não será totalmente reposto e que o subsídio de refeição deixará de estar sujeito a impostos. Houve funcionários que "receberam 25 cêntimos e perderam 20 euros" porque subiram de escalão, ilustrou.

(Notícia actualizada às 16:51 com mais informação)
in: jornaldenegocios
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sex 06 Out 2017, 19:23

Para quinta feira continuam as negociações... para ver quem é o pai da criança... HeeHeeHee
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sex 06 Out 2017, 19:28

Governo destaca descongelamento das progressões "num quadro orçamental de rigor"

O Ministério das Finanças sublinhou hoje que as medidas do Governo para a administração pública, como o descongelamento das progressões nas carreiras, devem ser adequadas, "num quadro orçamental de rigor e credível".

O comunicado do Ministério das Finanças surge no dia em que decorre a terceira ronda negocial com os sindicatos da administração pública, no quadro da preparação da Lei do Orçamento do Estado para 2018.

"O período de ajustamento caracterizou-se pela tomada de medidas de caráter temporário e não-estrutural que impedem o desenvolvimento e a qualidade dos serviços públicos. Estas medidas devem ser agora adequadas, num quadro orçamental de rigor e credível", lê-se no documento das Finanças.

O Ministério liderado por Mário Centeno sublinha que na proposta apresentada hoje aos sindicatos estão incluídas medidas "que garantem que os trabalhadores terão um aumento de rendimento já a partir do próximo ano" e destaca o descongelamento das progressões e a redução dos cortes nas horas extraordinárias, entre outras.

Sobre o descongelamento das progressões, o Ministério das Finanças garante que "todos os trabalhadores, em todas as carreiras, verão as respetivas carreiras desbloqueadas".

Mas tendo em conta o "elevado impacto orçamental", de 600 milhões de euros, "os acréscimos remuneratórios daí decorrentes serão pagos de forma faseada", reafirmam as Finanças.

"A norma procura assim conciliar o reconhecimento efetivo dos direitos dos trabalhadores com a necessidade de enquadramento no Orçamento do Estado dos valores correspondentes a esses acréscimos remuneratórios", lê-se no comunicado.

Também as promoções "são desbloqueadas para todas as carreiras, nos termos das regras que lhes sejam aplicáveis", referem as Finanças.

De acordo com o documento, "o Governo registou, no decurso das reuniões com os sindicatos, para a devida ponderação, algumas reivindicações e propostas de melhoria do articulado, reafirmando a disponibilidade negocial para encontrar as melhores soluções possíveis, de forma justa, responsável e sustentável".

A próxima reunião está marcada para quinta-feira.
sapo.pt/economia
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por Guarda que anda à linha em Sex 06 Out 2017, 20:20

"O Governo manifestou a "intenção" de reduzir o prazo para a conclusão do descongelamento de carreiras, que o Programa de Estabilidade fixava em quatro anos, ou seja, até 2021."

Até 2021?! Então se em 2019 vão haver novamente eleições legislativas, o que é que, e quem é que nos garante se depois houver uma  maioria absoluta de um só partido, como a de 2005, ou uma maioria absoluta de dois partidos, como a que tivemos no período da Troika, que esse descongelamento se vai continuar a verificar, ou se, pelo contrário, vamos assistir novamente às machadadas forte e feio em tudo o que mexe, como as que levamos a partir de 2005 até há bem pouco tempo atrás, altura em que terminaram as maiorias absolutas?
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sex 06 Out 2017, 22:25

Frente Comum marca greve da função pública para 27 de outubro

A coordenadora da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, Ana Avoila, anunciou hoje uma greve nacional para 27 de outubro.

O anúncio foi feito aos jornalistas à saída de uma reunião no Ministério das Finanças sobre as matérias para a administração pública que irão constar na Lei do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018).

Em causa está a falta de respostas às reivindicações da Frente Comum, como o aumento dos salários, o descongelamento "imediato" das progressões na carreira, a reposição do pagamento das horas extraordinárias e as 35 horas para todos os trabalhadores, explicou Ana Avoila.

A dirigente sindical considera que as rondas negociais com a equipa do Ministério das Finanças resultaram em "nada".

"Fez-se um esforço mas isto não é nada e defrauda as expectativas dos trabalhadores", disse a sindicalista, acrescentando que "esta greve é para ser feita, só não será feita se o Governo quiser".

"Está nas mãos do Governo", frisou Ana Avoila.

Esta será a terceira greve convocada pela Frente Comum com o atual Governo.

https://www.noticiasaominuto.com/pais/877487/frente-comum-marca-greve-da-funcao-publica-para-27-de-outubro
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por Croco em Qui 16 Nov 2017, 20:36

Associação da GNR exige "descongelamento integral" da carreira dos militares
Associação considera "inaceitável que ainda não seja clara" a forma como os militares da GNR vão ver as suas carreiras descongeladas em 2018
Lusa  
16 de Novembro de 2017, 19:15
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) exigiu hoje "o descongelamento integral" da carreira dos militares da GNR, recordando que há elementos a aguardar por progressões há 17 anos.


Em comunicado, a APG considera "inaceitável que ainda não seja clara" a forma como os militares da GNR vão ver as suas carreiras descongeladas em 2018, tendo em conta que "não existe um sistema de avaliação de desempenho" e "não se pretende contabilizar quase uma década de percurso profissional, quando existem elementos que aguardam progressão na carreira há 17 anos".
O presidente da APG, César Nogueira, disse à Lusa que as carreiras vão ser descongeladas a partir do próximo ano de uma forma faseada, mas não vai ser contabilizado o tempo em que estiveram congeladas, entre 2011 e 2017.
https://www.publico.pt/2017/11/16/sociedade/noticia/associacao-da-gnr-exige-descongelamento-integral-da-carreira-dos-militares-1792831
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por altf4 em Sex 17 Nov 2017, 08:05

Croco escreveu:Associação da GNR exige "descongelamento integral" da carreira dos militares
Associação considera "inaceitável que ainda não seja clara" a forma como os militares da GNR vão ver as suas carreiras descongeladas em 2018
Lusa  
16 de Novembro de 2017, 19:15
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) exigiu hoje "o descongelamento integral" da carreira dos militares da GNR, recordando que há elementos a aguardar por progressões há 17 anos.

Um problema transversal a toda a guarda e vale APENAS paragrafo da principal associação dos guardas. E na minha opinião neste momento um dos mais graves problemas que temos... E mais uma vez a reboque dos professores.
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por MatosFerreira em Sex 17 Nov 2017, 09:43

Triste realidade.. Andamos a reboque de todos.. Até os enfermeiros conseguiram melhores condições.. Nós nem o descongestionamento teremos.. Já não sei como isto iria lá... Só uma manifestação em massa como na altura do novo horário.. Mas entre nós há sempre quem reme ao contrário infelizmente.
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por MatosFerreira em Sex 17 Nov 2017, 09:44

"Leia-se descongelamento" está escrita inteligente do telemóvel trama - me, desculpem
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por иuησ em Sex 17 Nov 2017, 14:32

altf4 escreveu:
Croco escreveu:Associação da GNR exige "descongelamento integral" da carreira dos militares
Associação considera "inaceitável que ainda não seja clara" a forma como os militares da GNR vão ver as suas carreiras descongeladas em 2018
Lusa  
16 de Novembro de 2017, 19:15
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) exigiu hoje "o descongelamento integral" da carreira dos militares da GNR, recordando que há elementos a aguardar por progressões há 17 anos.

Um problema transversal a toda a guarda e vale APENAS paragrafo da principal associação dos guardas. E na minha opinião neste momento um dos mais graves problemas que temos... E mais uma vez a reboque dos professores.

Completamente enganado, meu caro, nem nós nem ninguém andamos a reboque dos professores. Basta verificar o principal motivo (ver comunicados) da ação de protesto da CCP, constituída pelos principais sindicatos e associações das Forças de Segurança e Serviços, na manif de12OUT, foi o "descongelamento dos índices e progressões na carreira".

Alias, os primeiros afazer "barulho" foram os principais sindicatos e associações das forças e serviços de segurança.


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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por martins7 em Sex 17 Nov 2017, 17:16

Como somos funcionários públicos especiais, sempre disponíveis, com um regulamento de disciplina à maneira, a profissão nem é de risco e vocês querem descongelamento???
Deviam era dar graças por não vos ser descontado mais um terço do vencimento.
Vão mas é trabalhar, levantar autos e fazer detidos com fartura.
Se o fizerem, pelo menos as vossas chefias conseguem uma carreira gloriosa.
E pouco pio, porque isto de opinar não é para todos, pelo menos para os pseudomilitares desta Guarda não é de certeza.
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sex 17 Nov 2017, 18:50

Afinal tempo de serviço dos professores vai contar, garante Governo

Em dia de greve dos professores, o Governo mostrou-se aberto a contar o tempo de serviço dos docentes. O Governo quer negociar com os sindicatos "a forma de faseamento e contagem".

O Governo vai afinal contar o tempo de serviço dos professores de forma a reflectir esse mesmo tempo na carreira, contrariamente ao que o Executivo defendia até agora.

A abertura foi deixada no Parlamento pela secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, no dia em que os professores estão em greve contra o facto de Governo ter optado por não contar com o tempo de serviço dos professores, no âmbito do descongelamento das carreiras.

"Vai haver uma forma de a contagem da carreira docente ser, de alguma forma, recuperada", disse Alexandra Leitão, citada por vários órgãos de comunicação social. O Expresso acrescenta que "vai ser encontrada uma forma de recuperar esse tempo de serviço. Veremos com os sindicatos de que forma se fará o seu faseamento", disse na comissão parlamentar de Finanças e Educação, onde está a ser discutido o Orçamento do Estado para a Educação.

A secretária de Estado acrescentou em resposta à deputada do Bloco de Esquerda, Joana Mortágua, minutos depois, que contar o tempo de serviço é "colmatar uma injustiça do congelamento" e não "colmatar uma injustiça do descongelamento".

A "forma de faseamento e contagem" será negociada com os sindicatos, adiantou.

Porfírio Silva, deputado do PS, garantiu que "os professores não serão tidos nem tratados como uma classe à parte".

A Fenprof avançou esta manhã, à TSF, que a adesão à greve dos professores é na ordem dos 90%.

Na terça-feira, o primeiro-ministro afirmou que o cronómetro da carreira dos professores vai voltar a contar para efeitos de progressão, lembrando, no entanto, que a reposição imediata e total dos anos de congelamento custaria 650 milhões de euros.
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/educacao/detalhe/afinal-tempo-de-servico-dos-professores-vai-contar-garante-governo?ref=Fun%C3%A7%C3%A3o%20P%C3%BAblica_outros
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por Helder Pinto em Sex 17 Nov 2017, 20:27

Infelizmente continuamos como sempre, serenos e sem respostas. Eu já cá ando a uns anos e nunca vi um politico, alguém que defenda os nossos direitos. A nossa forma de ser é dizer Ámen e estender as duas mãos para receber a hóstia. Continuamos nós e a PSP a darmos o peito as balas, sermos insultados, enxovalhados, agredidos e nunca, mas nunca tivemos uma palavra "verdadeira"  de reconhecimento e de agradecimento. Quando algum de nós é agredidos ou baleados, " o que é moda nestes últimos tempos" aparecem logo os políticos de todos os partidos a lamentarem e mostrando muita revolta, eits.... conversas. Apenas se lembram de santa bárbara quando faz trovões.... Estou na recta final... Graças a Deus....
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por Guarda que anda à linha em Sex 17 Nov 2017, 22:01

Vá lá, graças àqueles que "nos abriram" os olhos prá vida (os professores), provavelmente, em 2018, vamos ter direito a mais algumas migalhas.
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por COELHO.X em Sex 17 Nov 2017, 22:20

Guarda que anda à linha escreveu:
Vá lá, graças àqueles que "nos abriram" os olhos prá vida (os professores), provavelmente, em 2018, vamos ter direito a mais algumas migalhas.
É uma realidade...no entanto apraz me dizer o seguinte...o que é que nós podemos fazer??? desorientado desorientado desorientado
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por Guarda que anda à linha em Sex 17 Nov 2017, 22:36

COELHO.X escreveu:
Guarda que anda à linha escreveu:
Vá lá, graças àqueles que "nos abriram" os olhos prá vida (os professores), provavelmente, em 2018, vamos ter direito a mais algumas migalhas.
É uma realidade...no entanto apraz me dizer o seguinte...o que é que nós podemos fazer??? desorientado desorientado desorientado

"É uma realidade...no entanto apraz me dizer o seguinte...o que é que nós podemos fazer???"

Eu sei (e também sei que muitos sabem) o que é que nós podemos fazer, mas não digo. Mas uma coisa é certa, numa instituição militar como a nossa, e que ao contrário do que alguns desejam que alguma vez deixe de ser militar, como por exemplo a associação dos anti militares da Guarda, que nunca se refere a nós como militares mas sim só como profissionais da Guarda, que, entre outras aberrações mais, nos equipara aos profissionais da ASAE, da Guarda Prisional, do SEF entre outros (com todo o respeito que tenho por estas instituições e pelos seus profissionais, que é muito), assim como as CCPs, entre outras tretas mais, não é graças a isto que lá vamos. 
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sex 17 Nov 2017, 22:41

Fenprof diz que ainda não há acordo, mas que há avanços nas negociações
O líder da Fenprof garantiu, à entrada de mais uma ronda negocial com o Ministério da Educação, que não há qualquer acordo para já.
O secretário-geral da Fenprof, falou aos jornalistas à entrada do Ministério da Educação antes de mais uma ronda negocial, referindo que não há nenhum acordo para já, mas revelando, num tom confiante, os avanços registados até agora.
Quando aqui chegámos na terça-feira, estivemos duas horas a ouvir dizer porque é que não podia haver recuperação do tempo de serviço. Ontem, quando entrámos, foi-nos dito que afinal podia haver, mas só em 2020. Já quando saímos foi-nos dito que afinal poderia ser ainda nesta legislatura. Hoje, o que esperamos dizer aqui no final é que é nesta legislatura e é em 2018”, disse Mário Nogueira.
O líder da Federação Nacional dos Professores referiu ainda que "um governante não pode comparar a vida profissional de um professor com um cronómetro, tem de a comparar com um relógio".
"Se o relógio parar às oito da manhã e se eu só der por ela às oito da noite, não o ponho a trabalhar como se estivesse de manhã, tenho de o acertar, tenho de recuperar o tempo todo, se não até corria o risco de à hora de jantar ir tomar o pequeno almoço", explicou Mário Nogueira, recorrendo à metáfora para responder ao primeiro-ministro e recordar as reivindicações que tem feito para a recuperação de tempo de serviço.
"Não estamos a pedir retroativos, não estamos a pedir salários mais altos, nós estamos é a dizer que houve, durante 9 anos, 4 meses e 2 dias tempo de serviço congelado, que ao fim desse tempo é descongelado. Aceitamos as regras gerais do descongelamento, mas as regras falam em recuperação de tempo de serviço", esclareceu, acrescentando: "O tempo de serviço é todo para ser contado, estamos disponíveis para aceitar um faseamento [para a recuperação de tempo de serviço], como já o fizemos no passado. Tem é que haver um sinal em 2018 dessa recuperação e de que os 9 anos, 4 meses e 2 dias vão ser contados".
O líder da Fenprof mostrou-se firme ao garantir que os professores não vão ceder "em nenhum dia, porque trabalharam os dias todos". "Agora o faseamento estamos aqui para discutir", rematou.
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por Lynx em Sab 18 Nov 2017, 01:15

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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por NIC em Sab 18 Nov 2017, 10:19

Parece-me e espero estar enganado, de que o acordo com os professores vai ser difícil mas minimamente alcançado e nós estamos sentados à espera que ele se estenda também  a nós  mas NÃO VAI SER.   
Depois em Janeiro vamos apertar então  (TARDE DEMAIS) e o governo vai dizer que não está previsto no Orçamento de Estado de 2018 e que não há  cabimento orçamental e arrasta em negociações....  e vamos ficar MAIS UM ANO A VER PASSAR NAVIOS.....
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sab 18 Nov 2017, 17:43

Governo e professores chegam a compromisso

Governo e sindicatos da educação chegaram esta madrugada a um compromisso, que durante dez horas esteve pendente da discussão de pormenores.

Os sindicatos saem da maratona negocial com o Governo satisfeitos, mas sem dar nada por garantido, insistindo que "tudo se joga" nas negociações que arrancam a 15 de dezembro e que vão regulamentar muitas das matérias que constituem as principais reivindicações dos docentes.

O compromisso prevê a recuperação do tempo de serviço dos professores e o início da reposição salarial ainda na presente legislatura, prevendo-se, segundo o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, "que o encerramento desta recuperação seja na legislatura seguinte, até para não ser um prazo muito largo".

"No último minuto estivemos a discutir um artigo definido, que às vezes faz a diferença, e neste caso fazia. [...] O Ministério da Educação desde o início pretendia que ficasse apenas uma referência a tempo de serviço, falava sempre em recuperação 'de' tempo de serviço, o que lido sem artigo definido poderia querer dizer um mês, um ano, três anos e meio. Não havia uma definição do tempo na íntegra", disse Mário Nogueira aos jornalistas, já depois das 05:00, quando terminou a reunião com o Governo.

Deixar por escrito uma formulação que "não beliscasse" um dia que fosse do tempo de serviço congelado aos professores foi a grande dificuldade dos sindicatos, que não abdicam da contagem dos nove anos, quatro meses e dois dias de tempo congelado, tendo a proposta do Governo, segundo o líder da Fenprof, chegado a sugerir que a contagem não chegasse sequer a abranger os sete anos de serviço desde 2011, ficando abaixo disso.

"Para nós, o importante era que desta fase de negociação saísse intocável a recuperação de todo o tempo de serviço. Se aqui tivesse ficado escrito nove anos, quatro meses e dois dias este documento não se chamaria declaração de compromisso e chamar-se-ia acordo", disse Mário Nogueira.

Ainda que sem acordo, o compromisso garantiu, no entanto, outras questões importantes para os sindicatos, que admitiram que não acreditavam que fosse possível obter: o Governo acedeu a deixar progredir os professores colocados em escalões de quatro anos sem exigir qualquer tempo de serviço adicional -- tinha estado em discussão um acréscimo de dois anos -- e garantiu que os cerca de sete mil docentes retidos no 1.º escalão da carreira desde 2011 vão poder progredir "de imediato" em janeiro de 2018, sem qualquer faseamento.

João Dias da Silva, secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE) considerou este aspeto "um grande ganho" para os professores e Mário Nogueira lembrou que os sindicatos desde o início que pediam um primeiro sinal orçamental já em 2018.

Inscrita no compromisso ficou também a garantia de que não haverá mexidas no Estatuto da Carreira Docente: nem na sua estrutura, nem na sua duração.

O Governo acedeu também discutir e negociar em breve aspetos como o regime especial de aposentação e a composição dos horários de trabalho, estando o início da discussão deste último aspeto na agenda da reunião marcada para a próxima terça-feira, com a indicação de que desse encontro vai ser um calendário que permitirá ter efeitos no próximo ano letivo.

Se isso se concretizar, adiantaram Fenprof e FNE, será desconvocada a greve parcial que as estruturas mantêm à componente não letiva do horário dos docentes.

O compromisso foi, no entanto, suficiente para hoje Dias da Silva ter anunciado o levantamento de outra greve parcial em curso, a greve ao primeiro tempo do horário dos professores.

Os sindicatos foram unânimes a enaltecer o contributo da manifestação e greve dos professores de quarta-feira para os resultados hoje obtidos, assim como as propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2018 apresentadas pelos partidos da esquerda no parlamento, mas deixaram um apelo aos professores para que não baixem os braços num momento em que vão continuar "negociações de grande complexidade" e um alerta ao Governo.

"Saímos com a sensação que foi possível ir o mais longe que era possível ir aqui. [...] Se hoje não houvesse este compromisso estaríamos aqui a anunciar uma grande manifestação de professores para o próximo sábado, dia 25. Não o fizemos porque temos este compromisso, mas sábados é o que não falta, há pelo menos um por semana", disse Mário Nogueira.
in: JN
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sab 18 Nov 2017, 17:48

Julgo ser a altura de pedir melhor esclarecimentos sobre com se vai processar a progressão na carreira nas forças e serviços de segurança...

Muitos dos agentes/militares gnr, estão bem pior do que os docentes...
Se repararem os governantes são "mafiosos" a negociar...
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sab 18 Nov 2017, 17:53

Negociações com professores abrem caminho ao diálogo com outros setores

O secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), Carlos Silva, afirmou hoje em Setúbal que as negociações do governo com os professores abrem caminho à negociação para reposição de direitos de todos os outros trabalhadores da administração pública.

"Precisamente por causa de alargar de forma abstrata e genérica aquilo que é este princípio de compromisso - um compromisso acordado para retomar negociações em dezembro - é que esta luta me parece importante. É importante porque se dirige exclusivamente a um nicho importante - os professores -, mas que abre a porta a toda a administração pública", disse Carlos Silva no encerramento do III Congresso da UGT de Setúbal.

"Vai custar dinheiro, mas isso agora depende da forma como for negociado com o governo e toda a gente está ciente de que é necessário fasear ao longo do tempo, ao longo dos anos. Fechar a porta a uma qualquer negociação é que, na nossa ótica, seria um erro, porque o que está aqui em causa é um princípio básico da negociação coletiva", acrescentou.

Para o secretário-geral da UGT, com o atual governo abriu-se uma expetativa de reposição de direitos dos trabalhadores que foram suspensos ou congelados durante os últimos anos, mas que é preciso compaginar com os compromissos internacionais, com o crescimento da economia, com dívida pública e com o défice.

Carlos Silva considerou também que os trabalhadores da administração pública têm sido os mais penalizados quando é preciso reduzir os custos de financiamento do estado e alertou para as consequências das restrições orçamentais em diversas áreas que resultam na falta de recursos em diversos setores, ao mesmo tempo que defendia a necessidade de um pacto de regime entre todos os partidos com representação parlamentar.

"Quando alguém vem do estrangeiro - FMI, BCE e Comissão Europeia - dizer que é preciso reduzir os custos de financiamento do Estado, a primeira coisa para onde se olha é para salários de quem trabalha. Verificou-se o que aconteceu este ano: eram necessários bombeiros, forças de segurança, era necessário investir nos hospitais e centros de saúde, era preciso gente para acudir à catástrofe que assolou Portugal de norte a sul, e junho e outubro, e não tínhamos gente que chegasse, não havia recursos", disse.

"Temos que fazer uma alteração comportamental, até de paradigma do país. O que é preciso é coragem política. E daí eu ter afirmado que há matérias que necessitam de um pacto de regime entre os partidos que têm governado o país nestes 43 anos de democracia, mas também daqueles que, não tendo governado, têm representação parlamentar, contribuem com muitas medidas positivas para o OE (Orçamento de Estado), para as alterações legislativas necessárias - o PCP, O BE, `Os Verdes". Todos têm apresentado medidas positivas ao governo", justificou.

Na sessão de encerramento do Congresso da UGT de Setúbal, Carlos Silva deixou também apelo ao ministro da Saúde para não deixar que se prolongue a greve por tempo indeterminado dos técnicos de diagnóstico e terapêutica.

"O senhor ministro da Saúde não pode continuar a ignorar - eu sei que ele não ignora, mas também tem que abrir a porta a uma negociação com os técnicos de diagnóstico e terapêutica - aqueles que trabalham na imagiologia, na radiografia, que estão em greve. Não faz sentido manter uma greve por tempo indeterminado a ver quem é que estica mais a corda", disse.

"Quando vivemos com um governo à esquerda, apoiado por partidos à esquerda do parlamento, em que a sensibilidade social é algo que faz parte da própria essência da esquerda politica, nós temos que reivindicar ao governo que seja sensível. Não permitam que uma greve destas se mantenha porque se a greve existe por alguma razão é. Vamos discutir quais são as razões e o que é necessário fazer para a desbloquear", concluiu o secretário-geral da UGT.
in: JN
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por dragao em Sab 18 Nov 2017, 17:55

PCP quer alargar contagem de tempo "para todos" na função pública

O PCP defendeu, este sábado, a contagem do tempo para reposição salarial deve ser alargada a mais setores da função pública, além dos professores, que conseguiram um acordo com o Governo esta madrugada.

"A contagem de tempo tem que ser para todos", afirmou, por duas vezes, o secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, em declarações aos jornalistas, quando foi saudar a manifestação convocada pela CGTP para a avenida da Liberdade, em Lisboa, em defesa da valorização do trabalho e dos trabalhadores.

Para Jerónimo de Sousa, "é inevitável, para se criar justiça" que outros setores da função pública venham a ter o mesmo tipo de benefício, dando como exemplo as forças policiais, os enfermeiros, médicos, magistrados ou funcionários judiciais.

Os efeitos desta medida devem fazer-se sentir já "em 2018", mas isso "não dispensa a negociação com os sindicatos", afirmou o líder comunista enquanto, uns passos à frente, desfilavam centenas de pessoas provenientes um pouco de todo o país.

O compromisso entre sindicatos de professores e o Governo prevê a recuperação do tempo de serviço dos docentes e o início da reposição salarial ainda na presente legislatura, prevendo-se, segundo o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, "que o encerramento desta recuperação seja na legislatura seguinte, até para não ser um prazo muito largo".

Os sindicatos saíram satisfeitos da maratona negocial de mais de dez horas com o Governo, mas sem dar nada por garantido, insistindo que "tudo se joga" nas negociações que arrancam a 15 de dezembro e que vão regulamentar muitas das matérias que constituem as principais reivindicações dos docentes.

O líder comunista desvalorizou a "afirmação genérica" do ministro das Finanças, Mário Centeno, sexta-feira, no parlamento, ao dizer que não aceitaria propostas que pusessem em causa o rigor das contas públicas.

"Nós também valorizamos muito o acerto das contas públicas, mas valorizamos mais a justiça que é devida a muitos trabalhadores", disse.
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Em Curso Re: Descongelamento de carreiras será feito "entre 2018 e 2021"

Mensagem por NIC em Sab 18 Nov 2017, 18:45

dragao escreveu:Julgo ser a altura de pedir melhor esclarecimentos sobre com se vai processar a progressão na carreira nas forças e serviços de segurança...

Muitos dos agentes/militares gnr, estão bem pior do que os docentes...
Se repararem os governantes são "mafiosos" a negociar...
militar  MUITO MAFIOSOS!!
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