Quem está conectado
Não há nenhum usuário online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e nenhuma Visita Nenhum
[ Ver toda a lista ]
O recorde de usuários online foi de 27 em 28/11/2007, 22:47
Últimos assuntos
Minstério Público e PSP em guerra aberta
Página 1 de 1•
Minstério Público e PSP em guerra aberta
08 Outubro 2008 - 00h30
Sintra: Magistrada demarca-se das detenções anunciadas
MP e PSP em guerra aberta
Depois de o CM ter avançado ontem a decisão de uma procuradora do Ministério Público (MP) de Sintra em libertar, na véspera, três perigosos cadastrados apanhados em casa, pela PSP, com um arsenal de armas ilegais, suspeitos de carjacking e de assalto a uma ourivesaria, o Sindicato dos Magistrados do MP "repudia", em comunicado, "a falsidade da notícia" do nosso jornal: "A PSP não apresentou ao MP qualquer indivíduo detido e nem sequer lhe comunicou a detenção de qualquer suspeito." Só que, por outro lado, a comandante da Divisão da PSP de Sintra, subintendente Anabela Alferes, esclarece: "Foi tomada uma decisão conjunta, entre o MP e a PSP", em deixar sair o gang apenas "com Termo de Identidade e Residência".
A PSP apressou-se a emitir um comunicado, horas depois da operação, onde é utilizada a expressão "detidos". E a haver detidos, diz a Constituição, só não são presentes ao juiz se o MP considerar as mesmas detenções ilegais. Mas o sindicato do MP, em defesa da honra da procuradora titular do inquérito, diz que o MP não teve conhecimento de quaisquer detidos. A haver detidos, a PSP não teria poderes para os libertar. E se o fez incorreu num crime.
Contrariamente ao que era afirmado no comunicado da PSP, a comandante também já não fala em detidos. Apenas em arguidos, "que foram ouvidos e, em contacto com a senhora procuradora titular do processo, houve uma decisão conjunta" em aplicar aos três perigosos cadastrados, um deles apanhado com os documentos retirados de um carro roubado por carjacking, um simples "Termo de Identidade e Residência".
A procuradora não mente quando diz que não teve qualquer conhecimento das detenções, porque, formalmente, não houve detenções. Só a PSP é que avançou essa informação em comunicado. Mas continua a ser responsável, enquanto titular do processo, por os suspeitos de carjacking e assalto a uma ourivesaria, apanhados com um arsenal de armas, terem logo regressado a casa – decisão que cabe aos magistrados.
PORMENORES
INVESTIGAÇÃO DE ARMAS
A PSP, numa investigação por posse de armas ilegais, pediu dez mandados de busca ao MP. Só três dos suspeitos tinham armas. Por acaso, foram encontrados no bolso do casaco de um deles documentos de um carro roubado por carjacking e utilizado no assalto a uma ourivesaria.
COMPETÊNCIA DA PJ
Numa Conferência de Imprensa, a PSP falou das suspeitas de carjacking, assalto à ourivesaria e até a um banco (os suspeitos tinham moedas dentro de um saco do BPI). Crimes da competência exclusiva da PJ – que agora, com os arguidos em liberdade e a conhecerem as suspeitas que recaem sobre si, terá de investigar.
SINDICATO DO MP ATACA
O sindicato do MP diz que a notícia do CM de ontem tem por base fontes que querem "pôr em causa a seriedade dos magistrados" e "disfarçar dificuldades de coordenação" entre as diferentes polícias.
Henrique Machado
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=252A96D9-A999-4191-B906-7099C32D7278&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
Sintra: Magistrada demarca-se das detenções anunciadas
MP e PSP em guerra aberta
Depois de o CM ter avançado ontem a decisão de uma procuradora do Ministério Público (MP) de Sintra em libertar, na véspera, três perigosos cadastrados apanhados em casa, pela PSP, com um arsenal de armas ilegais, suspeitos de carjacking e de assalto a uma ourivesaria, o Sindicato dos Magistrados do MP "repudia", em comunicado, "a falsidade da notícia" do nosso jornal: "A PSP não apresentou ao MP qualquer indivíduo detido e nem sequer lhe comunicou a detenção de qualquer suspeito." Só que, por outro lado, a comandante da Divisão da PSP de Sintra, subintendente Anabela Alferes, esclarece: "Foi tomada uma decisão conjunta, entre o MP e a PSP", em deixar sair o gang apenas "com Termo de Identidade e Residência".
A PSP apressou-se a emitir um comunicado, horas depois da operação, onde é utilizada a expressão "detidos". E a haver detidos, diz a Constituição, só não são presentes ao juiz se o MP considerar as mesmas detenções ilegais. Mas o sindicato do MP, em defesa da honra da procuradora titular do inquérito, diz que o MP não teve conhecimento de quaisquer detidos. A haver detidos, a PSP não teria poderes para os libertar. E se o fez incorreu num crime.
Contrariamente ao que era afirmado no comunicado da PSP, a comandante também já não fala em detidos. Apenas em arguidos, "que foram ouvidos e, em contacto com a senhora procuradora titular do processo, houve uma decisão conjunta" em aplicar aos três perigosos cadastrados, um deles apanhado com os documentos retirados de um carro roubado por carjacking, um simples "Termo de Identidade e Residência".
A procuradora não mente quando diz que não teve qualquer conhecimento das detenções, porque, formalmente, não houve detenções. Só a PSP é que avançou essa informação em comunicado. Mas continua a ser responsável, enquanto titular do processo, por os suspeitos de carjacking e assalto a uma ourivesaria, apanhados com um arsenal de armas, terem logo regressado a casa – decisão que cabe aos magistrados.
PORMENORES
INVESTIGAÇÃO DE ARMAS
A PSP, numa investigação por posse de armas ilegais, pediu dez mandados de busca ao MP. Só três dos suspeitos tinham armas. Por acaso, foram encontrados no bolso do casaco de um deles documentos de um carro roubado por carjacking e utilizado no assalto a uma ourivesaria.
COMPETÊNCIA DA PJ
Numa Conferência de Imprensa, a PSP falou das suspeitas de carjacking, assalto à ourivesaria e até a um banco (os suspeitos tinham moedas dentro de um saco do BPI). Crimes da competência exclusiva da PJ – que agora, com os arguidos em liberdade e a conhecerem as suspeitas que recaem sobre si, terá de investigar.
SINDICATO DO MP ATACA
O sindicato do MP diz que a notícia do CM de ontem tem por base fontes que querem "pôr em causa a seriedade dos magistrados" e "disfarçar dificuldades de coordenação" entre as diferentes polícias.
Henrique Machado
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=252A96D9-A999-4191-B906-7099C32D7278&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
Re: Minstério Público e PSP em guerra aberta
Pois sim!
Antes de ontem aqui do meu posto 3 guardas levaram umas cabeçadas e uns biqueiros no lombo e o agressor saiu em liberdade sem sequer ser presente ao juiz!
Com gente desta não vale a pena trabalhar... eu que pudesse escolher! Trabalhava com a ANSR, IMTT, ACT e pouco mais... com o MP é de evitar, ao maximo, misturar-se... estão sempre prontos a enterrar um gajo!!!! PQP
Antes de ontem aqui do meu posto 3 guardas levaram umas cabeçadas e uns biqueiros no lombo e o agressor saiu em liberdade sem sequer ser presente ao juiz!
Com gente desta não vale a pena trabalhar... eu que pudesse escolher! Trabalhava com a ANSR, IMTT, ACT e pouco mais... com o MP é de evitar, ao maximo, misturar-se... estão sempre prontos a enterrar um gajo!!!! PQP
Se um dia a sorte te virar as costas, pelo menos... apalpa-lhe o cu!!!
(este ano estou farto de passar a mão no rabinho da sorte... phone-ix!!)
(este ano estou farto de passar a mão no rabinho da sorte... phone-ix!!)
Re: Minstério Público e PSP em guerra aberta
É como tens no teu avatar.
"aturador de gente maluca"
Cumptos e muita paciencia.
"aturador de gente maluca"
Cumptos e muita paciencia.
Re: Minstério Público e PSP em guerra aberta
Está o circo armado.Cada um vai apresentar a sua versão e a palhaçada continua.
Cá por mim ,vou acreditar na versão da policia.São os unicos que no meio desta palhaçada vergonhosa ,e a pesar de desfeitiados pela justiça ,ainda nos apresentam trabalho de valor.
Cá por mim ,vou acreditar na versão da policia.São os unicos que no meio desta palhaçada vergonhosa ,e a pesar de desfeitiados pela justiça ,ainda nos apresentam trabalho de valor.
Haverá um dia em que o homem compreenderá o íntimo de um animal, e, nesse dia, um crime contra um animal será julgado como um crime contra a humanidade! (Leonard Da Vinci)
http://girasolnalua.blogspot.com/
http://luisaekikinho.wordpress.com/
http://girasolnalua.blogspot.com/
http://luisaekikinho.wordpress.com/
Re: Minstério Público e PSP em guerra aberta
Se calhar é o dá querer protagonismo e vir para a praça pública falar demais do que não deviam.
Policia não é jornalista.
Policia não é jornalista.
Re: Minstério Público e PSP em guerra aberta
Estamos a ser o Bode espiatório, de uma "guerra" da qual não temos culpa.
Com poucos meios, desmotivados e esquecidos, continua-mos a fazer o nosso trabalho. Pena que outros(as), a titulo vingativo, nos usem como arma de arremesso.
Parabens Colegas, pelo excelente trabalho, Sr.ª Magistrada ..... no comments.
Tenho a impressão que os colegas, ainda vão ser constituidos arguidos....

Com poucos meios, desmotivados e esquecidos, continua-mos a fazer o nosso trabalho. Pena que outros(as), a titulo vingativo, nos usem como arma de arremesso.
Parabens Colegas, pelo excelente trabalho, Sr.ª Magistrada ..... no comments.
Tenho a impressão que os colegas, ainda vão ser constituidos arguidos....

"Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo."
(Cora Coralina)
(Cora Coralina)
Libertados para não prejudicar a investigação
Termo de identidade e residência (TIR). Esta foi a medida de coacção aplicada aos três homens detidos, na segunda-feira, pela PSP de Sintra por posse de armas proibidas, nomeadamente uma besta e duas réplicas de metralhadoras. Os indivíduos não foram a tribunal para não prejudicar a investigação.
Os indivíduos - um português com cerca de 50 anos; um cabo-verdiano e um guineense, ambos na casa dos 20 - foram conduzidos à esquadra de Sintra para serem constituídos arguidos e para lhes ser aplicada a medida de coacção de TIR.
“Após o interrogatório, foi decidido de comum acordo com a procuradora do Ministério Público, que os indivíduos não seriam, para já, presentes a tribunal porque isso seria prejudicial para a investigação”, explicou ao DN a subintendente Anabela Alferes, comandante da Divisão da PSP de Sintra. Mas, de acordo com esta responsável, “o mais provável é que estes três indivíduos venham a ficar em prisão preventiva quando terminar a investigação”.
Os três suspeitos, que têm cadastro e já cumpriram penas por crimes de roubo, foram detidos no decorrer de dez buscas domiciliárias feitas anteontem no Bairro de São José (em Mem Marins), Ranholas e Cortegaça (em Sintra).
Todos eles são suspeitos de terem roubado, em Agosto, um Mercedes pelo método de carjacking, em Mem Martins, que foi posteriormente usado para assaltar uma ourivesaria no Cacém, e ainda de terem roubado vários sacos de moedas, de um, dois e cinco cêntimos, do Banco Português de Investimento (PBI).
As investigações desta operação designada por “Pega Dôdo” continuam e a PSP está convicta de que mais pessoas poderão ser detidas.
Magistrados dizem que PSP não levou gangue a tribunal
O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) emitiu ontem um comunicado garantindo que a manchete do Correio da Manhã”Procuradora liberta gangue armado” - é falsa. O SMMP denuncia a falsidade da notícia referente ao gangue detido em Sintra. No comunicado lê-se: “Contrariamente ao que se refere na notícia em apreço, a PSP não apresentou ao Ministério Público qualquer indivíduo detido, nem sequer lhe comunicou a detenção de qualquer suspeito. Deste modo, a magistrada do Ministério Público não ordenou a libertação de quaisquer indivíduos detidos, nem tinha como o fazer. A notícia é, por isso, totalmente falsa.” Segundo o SMMP, as buscas domiciliárias foram requeridas pela magistrada e “autorizadas pelo juiz competente”.
DIÁRIO DE NOTÍCIAS | 08.10.2008
--------------------------------------------------------------------------------
QUEM LIBERTOU O GANG ?
O CM noticiou ontem, em manchete, que uma procuradora de Sintra libertou três detidos com cadastro. O Sindicato do Ministério Público veio dizer que a notícia não era verdadeira porque a PSP não apresentou nenhum detido à procuradora.
Afinal, o que se passou? Citando a subintendente Anabela Alferes, da PSP de Sintra, houve uma “decisão conjunta” do Ministério Público e da PSP em deixar sair o gang apenas com Termo de Identidade e Residência. Ou seja: a procuradora não chegou a ter de se pronunciar porque, apesar da operação policial, os indivíduos em causa não foram formalmente ‘detidos’, mas apenas constituídos arguidos. T
odavia, não foi essa a versão inicial da PSP que, em comunicado, falou de `detidos’ e que só hoje veio esclarecer que, afinal, são apenas arguidos. Em termos objectivos: a procuradora e a PSP ‘entenderam-se’ sobre a libertação do gang, por razões seguramente relevantes. Uma coisa é certa: quem não libertou o gang foi o CM que fez uma notícia em que os factos objectivamente são verdadeiros. Agora, o CM não será, de certeza, o espaço da guerra cada vez menos surda e cada vez mais corporativa que travam policias e magistrados.
EDUARDO DÂMASO | 08.10.2008
Link: http://www.inverbis.net/opc/libertados-nao-prejudicar-investigacao.html
Os indivíduos - um português com cerca de 50 anos; um cabo-verdiano e um guineense, ambos na casa dos 20 - foram conduzidos à esquadra de Sintra para serem constituídos arguidos e para lhes ser aplicada a medida de coacção de TIR.
“Após o interrogatório, foi decidido de comum acordo com a procuradora do Ministério Público, que os indivíduos não seriam, para já, presentes a tribunal porque isso seria prejudicial para a investigação”, explicou ao DN a subintendente Anabela Alferes, comandante da Divisão da PSP de Sintra. Mas, de acordo com esta responsável, “o mais provável é que estes três indivíduos venham a ficar em prisão preventiva quando terminar a investigação”.
Os três suspeitos, que têm cadastro e já cumpriram penas por crimes de roubo, foram detidos no decorrer de dez buscas domiciliárias feitas anteontem no Bairro de São José (em Mem Marins), Ranholas e Cortegaça (em Sintra).
Todos eles são suspeitos de terem roubado, em Agosto, um Mercedes pelo método de carjacking, em Mem Martins, que foi posteriormente usado para assaltar uma ourivesaria no Cacém, e ainda de terem roubado vários sacos de moedas, de um, dois e cinco cêntimos, do Banco Português de Investimento (PBI).
As investigações desta operação designada por “Pega Dôdo” continuam e a PSP está convicta de que mais pessoas poderão ser detidas.
Magistrados dizem que PSP não levou gangue a tribunal
O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) emitiu ontem um comunicado garantindo que a manchete do Correio da Manhã”Procuradora liberta gangue armado” - é falsa. O SMMP denuncia a falsidade da notícia referente ao gangue detido em Sintra. No comunicado lê-se: “Contrariamente ao que se refere na notícia em apreço, a PSP não apresentou ao Ministério Público qualquer indivíduo detido, nem sequer lhe comunicou a detenção de qualquer suspeito. Deste modo, a magistrada do Ministério Público não ordenou a libertação de quaisquer indivíduos detidos, nem tinha como o fazer. A notícia é, por isso, totalmente falsa.” Segundo o SMMP, as buscas domiciliárias foram requeridas pela magistrada e “autorizadas pelo juiz competente”.
DIÁRIO DE NOTÍCIAS | 08.10.2008
--------------------------------------------------------------------------------
QUEM LIBERTOU O GANG ?
O CM noticiou ontem, em manchete, que uma procuradora de Sintra libertou três detidos com cadastro. O Sindicato do Ministério Público veio dizer que a notícia não era verdadeira porque a PSP não apresentou nenhum detido à procuradora.
Afinal, o que se passou? Citando a subintendente Anabela Alferes, da PSP de Sintra, houve uma “decisão conjunta” do Ministério Público e da PSP em deixar sair o gang apenas com Termo de Identidade e Residência. Ou seja: a procuradora não chegou a ter de se pronunciar porque, apesar da operação policial, os indivíduos em causa não foram formalmente ‘detidos’, mas apenas constituídos arguidos. T
odavia, não foi essa a versão inicial da PSP que, em comunicado, falou de `detidos’ e que só hoje veio esclarecer que, afinal, são apenas arguidos. Em termos objectivos: a procuradora e a PSP ‘entenderam-se’ sobre a libertação do gang, por razões seguramente relevantes. Uma coisa é certa: quem não libertou o gang foi o CM que fez uma notícia em que os factos objectivamente são verdadeiros. Agora, o CM não será, de certeza, o espaço da guerra cada vez menos surda e cada vez mais corporativa que travam policias e magistrados.
EDUARDO DÂMASO | 08.10.2008
Link: http://www.inverbis.net/opc/libertados-nao-prejudicar-investigacao.html
"Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo."
(Cora Coralina)
(Cora Coralina)
Re: Minstério Público e PSP em guerra aberta
Afinal qual é verdade?
Cumprimentos,

Cumprimentos,

"Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo."
(Cora Coralina)
(Cora Coralina)
Re: Minstério Público e PSP em guerra aberta
A verdade é que os senhores magistrados estão muito amiguinhos do governo e do défice...
Como se isso fosse solução para todos os problemas do país, relembra-do "O Défice"
Como se isso fosse solução para todos os problemas do país, relembra-do "O Défice"
TONIGHT, we dine in hell!
Que muitos por sermos poucos não temamos!
Guerreiro de Deus, Protector dos Homens
Que muitos por sermos poucos não temamos!
Guerreiro de Deus, Protector dos Homens

Fórum
Portal
Registrar-se
Login









