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PSP faz buscas na PJ
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PSP faz buscas na PJ
Justiça: Inspector e quatro agentes da PSP constituídos arguidos
O trabalho de um detective privado contou, durante semanas, com a ajuda de um inspector que usou uma viatura e máquinas fotográficas da Polícia Judiciária (PJ) para a realização de vigilâncias. Quatro agentes da PSP faziam o mesmo. A rede de investigação privada incluía ainda três funcionários de operadoras móveis de telecomunicações.
O grupo foi desmascarado quando vigiava uma mulher que, após o fim de um relacionamento, se queixou à PSP, alegando perseguição do ex--namorado. A 6ª Esquadra de Investigação Criminal (EIC) da PSP pegou no inquérito e localizou o detective privado.
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010&contentid=5687243E-3ED9-4418-9B2D-341D4A7007C0
PSP investiga PJ envolvido com detective particular
Um inspector da Polícia Judiciária e quatro agentes da PSP, de Lisboa, foram apanhados por, alegadamente, trabalharem para um detective privado e utilizar equipamentos das corporações. Tudo começou com vigilâncias a uma mulher.
Além daqueles cinco elementos das autoridades, foram constituídos arguidos funcionários de empresas operadoras telefónicas, que também seriam colaboradores do detective.
Tudo começou quando uma mulher desconfiou que um homem com quem tinha um relacionamento sabia de mais sobre a sua vida, tantos eram os pormenores, muitos deles que só ela conhecia e que eram descritos com adequado rigor. Da desconfiança, a mulher passou à acção e participou o caso à PSP, que encetou as respectivas investigações e acabou por colocar tudo a nu. As autoridades apuraram, então, que aquele indivíduo teria contratado um detective privado para lhe seguir os passos. Por sua vez, aquele detective mantinha um esquema de operações bem montado de que faziam parte, pelo menos, quatro agentes da PSP e um inspector da PJ.
Os agentes chegaram a vigiar a mulher e a escrever minuciosos relatórios sobre os lugares que ela frequentava, hora de saída e entrada da sua residência e local de trabalho. Teriam, ainda, alegadamente utilizado meios do Estado para vigiar a mulher.
De acordo com informações recolhidas pelo JN, o inspector da PJ terá mesmo utilizado uma viatura da corporação para seguir a mulher em pelo menos uma ocasião, e outro equipamento à disposição do Departamento Central de Prevenção e Apoio Tecnológico (DCPAT), onde estava colocado.
Na passada semana, a PSP, num inquérito a cargo do DIAP do Ministério Público de Lisboa, efectuou buscas aos envolvidos no esquema do detective . Foram constituídos arguidos num processo por crime de devassa da vida privada. Ninguém chegou a ser detido.
Os factos investigados são anteriores à entrada em funções da nova direcção da PJ, mas esta mostrou-se implacável e fez alterações na DCPAT. O inspector, há oito anos a trabalhar na instituição, está também indiciado por crime de peculato de uso.
Já os funcionários das empresas operadoras de telecomunicações colaboravam com o detective privado a propósito de uma tarefa muito específica: verificar as localizações celulares de telemóveis.
Estas informações permitiam ao detective saber com precisão quais os números de telefone contactados pelas pessoas investigadas e os sítios aproximados de onde eram efectuadas e recebidas as chamadas. O que também constitui crime de devassa da vida privada.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=965067
Buscas feitas pela PSP à PJ
Pinto Monteiro lembra que "não há ninguém acima da lei"
O Expresso revela hoje que a PSP descobriu um caso de espionagem que incluía agentes da PSP, PJ, funcionários de operadoras de telemóveis e detectives privados. Sem querer comentar as investigações, o Procurador - Geral da República diz que a lei vale para todos.
O Procurador-Geral da República (PGR), Pinto Monteiro, reafirmou hoje que "ninguém está acima da Lei" e que todas as pessoas podem ser investigadas. O magistrado referia-se ao facto da Polícia de Segurança Pública ter feito buscas na Polícia Judiciária, na sequência de uma investigação sobre espionagem. No entanto, não quis comentar "as investigações em curso".
O Expresso revelou este sábado que a PSP descobriu ligações perigosas entre inspectores da PJ, agentes da PSP, funcionários de operadoras de telemóveis e detectives privados, no âmbito de uma rede de espionagem utilizada para devassa da vida privada.
Para Pinto Monteiro, "num país onde tudo é investigado, deve concluir-se que o sentimento de impunidade, que por vezes existia, tende a acabar". O responsável máximo do Ministério Público falava no fim de um seminário sobre corrupção, em Viseu.
"Isto só elogia a justiça portuguesa", considerou. Dentro de dias, "vai será aprovada, na Assembleia da República (AR), uma lei no sentido do Ministério Público poder inspeccionar as polícias de investigação criminal", lembrou.
"É algo que reivindico desde que tomei posse e que penso que finalmente será aprovado. Ser polícia não isenta de uma investigação, pois não há ninguém acima da lei no país", alegou.
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/360011
O trabalho de um detective privado contou, durante semanas, com a ajuda de um inspector que usou uma viatura e máquinas fotográficas da Polícia Judiciária (PJ) para a realização de vigilâncias. Quatro agentes da PSP faziam o mesmo. A rede de investigação privada incluía ainda três funcionários de operadoras móveis de telecomunicações.
O grupo foi desmascarado quando vigiava uma mulher que, após o fim de um relacionamento, se queixou à PSP, alegando perseguição do ex--namorado. A 6ª Esquadra de Investigação Criminal (EIC) da PSP pegou no inquérito e localizou o detective privado.
Contratado pelo ex-namorado da queixosa, o investigador contou com a ajuda dos ‘amigos polícias’. Um operacional do Departamento Central de Informação Criminal e Polícia Técnica (DCICPT) usou meios da PJ para seguir a mulher.
Quatro agentes da PSP de Lisboa complementaram este trabalho. Três funcionários de operadoras móveis de telecomunicações, ajudavam a localizar a jovem, através do telemóvel.
A 26 de Junho, a PSP efectuou uma busca à secretária do inspector do DCICPT, que funciona nas instalações da Direcção Nacional da PJ, assim como à residência do operacional. Foram apreendidas inúmeras provas que incriminam os oito elementos desta rede, constituídos arguidos pelos crimes de peculato de uso, devassa da vida privada e falsificação de documento.
'FANTASMAS' FAZEM ESCUTAS E VIGILÂNCIAS
Quando uma directoria da Polícia Judiciária (PJ) inicia uma investigação, sabe que pode contar com os ‘fantasmas’. O Departamento Central de Informação Criminal e Polícia Técnica (DCICPT) tem como missão ' assegurar a gestão nacional da informação criminal'. Por outras palavras, os ‘fantasmas’ (alcunha interna dos operacionais do DCICPT) asseguram a realização de escutas telefónicas e vigilâncias a suspeitos. Caso seja necessário, são estes os elementos que fazem a difusão de alertas aduaneiros ou aeroportuários. Compete também ao DCICPT disponibilizar informação relativa a pessoas ou organizações criminosas, fazendo chegar a informação a outras polícias. Os ‘fantasmas’ tratam ainda da recolha e tratamento de vestígios biológicos fundamentais para investigações.
MINISTRO ACEITA SUSPENSÃO
Alberto Costa, ministro da Justiça, aceitou a proposta de Almeida Rodrigues para suspender o agente da PJ mal terminaram as buscas aos seus bens pessoais e aos que tinha no local de trabalho. 'Esta direcção é intolerante relativamente a desvios de comportamento por parte de qualquer funcionário', disse uma fonte ao CM, realçando que foram tomadas outras medidas. A brigada onde o inspector trabalhava foi extinta. João Carreira, que chefiava o DCICPT e que acumulava funções na Directoria de Lisboa, foi colocado a tempo inteiro neste departamento para melhor o controlar.
PORMENORES
TELEMÓVEL
Os três funcionários de operadoras móveis forneciam ao detective dados sobre a localização da queixosa, através das chamadas de telemóvel efectuadas.
CHAT DE INTERNET
A queixosa e o ex-namorado iniciaram o relacionamento amoroso num chat de conversação, na internet.
MOLDURA PENAL
Os polícias feitos arguidos neste processo são suspeitos de peculato de uso (punível até um ano de cadeia ou 120 dias de multa) e devassa da vida privada (punível com um ano de prisão ou 240 dias de multa).
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010&contentid=5687243E-3ED9-4418-9B2D-341D4A7007C0
PSP investiga PJ envolvido com detective particular
Um inspector da Polícia Judiciária e quatro agentes da PSP, de Lisboa, foram apanhados por, alegadamente, trabalharem para um detective privado e utilizar equipamentos das corporações. Tudo começou com vigilâncias a uma mulher.
Além daqueles cinco elementos das autoridades, foram constituídos arguidos funcionários de empresas operadoras telefónicas, que também seriam colaboradores do detective.
Tudo começou quando uma mulher desconfiou que um homem com quem tinha um relacionamento sabia de mais sobre a sua vida, tantos eram os pormenores, muitos deles que só ela conhecia e que eram descritos com adequado rigor. Da desconfiança, a mulher passou à acção e participou o caso à PSP, que encetou as respectivas investigações e acabou por colocar tudo a nu. As autoridades apuraram, então, que aquele indivíduo teria contratado um detective privado para lhe seguir os passos. Por sua vez, aquele detective mantinha um esquema de operações bem montado de que faziam parte, pelo menos, quatro agentes da PSP e um inspector da PJ.
Os agentes chegaram a vigiar a mulher e a escrever minuciosos relatórios sobre os lugares que ela frequentava, hora de saída e entrada da sua residência e local de trabalho. Teriam, ainda, alegadamente utilizado meios do Estado para vigiar a mulher.
De acordo com informações recolhidas pelo JN, o inspector da PJ terá mesmo utilizado uma viatura da corporação para seguir a mulher em pelo menos uma ocasião, e outro equipamento à disposição do Departamento Central de Prevenção e Apoio Tecnológico (DCPAT), onde estava colocado.
Na passada semana, a PSP, num inquérito a cargo do DIAP do Ministério Público de Lisboa, efectuou buscas aos envolvidos no esquema do detective . Foram constituídos arguidos num processo por crime de devassa da vida privada. Ninguém chegou a ser detido.
Os factos investigados são anteriores à entrada em funções da nova direcção da PJ, mas esta mostrou-se implacável e fez alterações na DCPAT. O inspector, há oito anos a trabalhar na instituição, está também indiciado por crime de peculato de uso.
Já os funcionários das empresas operadoras de telecomunicações colaboravam com o detective privado a propósito de uma tarefa muito específica: verificar as localizações celulares de telemóveis.
Estas informações permitiam ao detective saber com precisão quais os números de telefone contactados pelas pessoas investigadas e os sítios aproximados de onde eram efectuadas e recebidas as chamadas. O que também constitui crime de devassa da vida privada.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=965067
Buscas feitas pela PSP à PJ
Pinto Monteiro lembra que "não há ninguém acima da lei"
O Expresso revela hoje que a PSP descobriu um caso de espionagem que incluía agentes da PSP, PJ, funcionários de operadoras de telemóveis e detectives privados. Sem querer comentar as investigações, o Procurador - Geral da República diz que a lei vale para todos.
O Procurador-Geral da República (PGR), Pinto Monteiro, reafirmou hoje que "ninguém está acima da Lei" e que todas as pessoas podem ser investigadas. O magistrado referia-se ao facto da Polícia de Segurança Pública ter feito buscas na Polícia Judiciária, na sequência de uma investigação sobre espionagem. No entanto, não quis comentar "as investigações em curso".
O Expresso revelou este sábado que a PSP descobriu ligações perigosas entre inspectores da PJ, agentes da PSP, funcionários de operadoras de telemóveis e detectives privados, no âmbito de uma rede de espionagem utilizada para devassa da vida privada.
Para Pinto Monteiro, "num país onde tudo é investigado, deve concluir-se que o sentimento de impunidade, que por vezes existia, tende a acabar". O responsável máximo do Ministério Público falava no fim de um seminário sobre corrupção, em Viseu.
"Isto só elogia a justiça portuguesa", considerou. Dentro de dias, "vai será aprovada, na Assembleia da República (AR), uma lei no sentido do Ministério Público poder inspeccionar as polícias de investigação criminal", lembrou.
"É algo que reivindico desde que tomei posse e que penso que finalmente será aprovado. Ser polícia não isenta de uma investigação, pois não há ninguém acima da lei no país", alegou.
http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/360011
Última edição por Gorby dia 5/7/2008, 23:28, editado 4 vezes
Re: PSP faz buscas na PJ
A provar q de facto houve "abuso" de autoridade, além da respectiva punição, o governo deveria reavaliar a situação das escutas...
Re: PSP faz buscas na PJ
Estas pessoas têm que ter recebido muito dinheiro para fazer um serviço destes, é incrível como há pessoas com carreiras profissionais que muitos invejam e gostavam de ter, que se metem em berbicachos destes! Agora resta saber se o proveito/consequência valeu a pena estragar uma vida profissional por causa de um tarado!
Como se diz aqui no Alentejo, o estado a estes inteligentes só lhes deve dizer "Fresco"

Como se diz aqui no Alentejo, o estado a estes inteligentes só lhes deve dizer "Fresco"

Re: PSP faz buscas na PJ
Pardal escreveu:Estas pessoas têm que ter recebido muito dinheiro para fazer um serviço destes, é incrível como há pessoas com carreiras profissionais que muitos invejam e gostavam de ter, que se metem em berbicachos destes! Agora resta saber se o proveito/consequência valeu a pena estragar uma vida profissional por causa de um tarado!
Como se diz aqui no Alentejo, o estado a estes inteligentes só lhes deve dizer "Fresco"![]()
pois é lastimoso estragar se assim uma vida, mas olha pardal se calhar como estao as leis não de ser um mal maior...lamentavelmente
Re: PSP faz buscas na PJ
Feuer escreveu:Pardal escreveu:Estas pessoas têm que ter recebido muito dinheiro para fazer um serviço destes, é incrível como há pessoas com carreiras profissionais que muitos invejam e gostavam de ter, que se metem em berbicachos destes! Agora resta saber se o proveito/consequência valeu a pena estragar uma vida profissional por causa de um tarado!
Como se diz aqui no Alentejo, o estado a estes inteligentes só lhes deve dizer "Fresco"![]()
pois é lastimoso estragar se assim uma vida, mas olha pardal se calhar como estao as leis não de ser um mal maior...lamentavelmente
Olha Feuer penso que estes têm os dias contados, principalmente os quatro PSP`s e o PJ, repara na medida logo adoptada pelo director nacional da PJ, propôs imediatamente a suspensão do menino. Há situações como esta, que nenhum juiz pode ter contemplações com os actos cometidos, a "máquina" do estado não pode falhar assim. E vê o que aconteceu ao 1.º sargento da BT de albufeira, levou 9 anos de prisão por corrupção, eu já vi condenações de homicidios de 10 anos!
Última edição por Pardal dia 6/7/2008, 15:11, editado 1 vezes
Re: PSP faz buscas na PJ
Pardal escreveu:Feuer escreveu:Pardal escreveu:Estas pessoas têm que ter recebido muito dinheiro para fazer um serviço destes, é incrível como há pessoas com carreiras profissionais que muitos invejam e gostavam de ter, que se metem em berbicachos destes! Agora resta saber se o proveito/consequência valeu a pena estragar uma vida profissional por causa de um tarado!
Como se diz aqui no Alentejo, o estado a estes inteligentes só lhes deve dizer "Fresco"![]()
pois é lastimoso estragar se assim uma vida, mas olha pardal se calhar como estao as leis não de ser um mal maior...lamentavelmente
Olha Feuer penso que estes têm os dias contados, principalmente os dois PSP`s e o PJ, repara na medida logo adoptada pelo director nacional da PJ, propôs imediatamente a suspensão do menino. Há situações como esta, que nenhum juiz pode ter contemplações com os actos cometidos, a "máquina" do estado não pode falhar assim. E vê o que aconteceu ao 1.º sargento da BT de albufeira, levou 9 anos de prisão por corrupção, eu já vi condenações de homicidios de 10 anos!
sim isso é verdade, a "mão foi pesada" de imediato Pardal, e recordo me da situação do srgt,praticamente "pregado na cruz"(com isto nao estou a dizer q a condenaçao do mesmo foi uma injustiça) mas comparativamente, ha filhos e ha afilhados... mas ainda assim guardo algumas reservas relativamente a esta situação...

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